Eduardo Bolsonaro detona Moraes após ele e esposa ser retirados da lei Magnitsky
Bateu a Cabeça: Eduardo Bolsonaro Detona Moraes Após o Ministro e a Esposa Saírem de Lista Importante dos EUA
A decisão do governo dos Estados Unidos (EUA) de retirar o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e sua esposa, Viviane Barci de Moraes, de uma lista de sanções gerou um verdadeiro barraco político no Brasil.
O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) não engoliu a decisão e soltou o verbo. Ele e o jornalista Paulo Figueiredo divulgaram uma nota oficial manifestando "pesar" e "frustração" com o que consideram um "desfecho triste" para a política brasileira.

A retirada dos nomes da famosa Lei Magnitsky encerrou um período de tensão diplomática que estava sendo acompanhado de perto tanto por Brasília quanto pela comunidade internacional.
Entenda a Lei Magnitsky: Por Que Moraes Estava na Lista?
Para o público entender o tamanho da confusão, é preciso explicar o que é a Lei Magnitsky.
Ela é um instrumento legal poderoso dos EUA que permite ao governo americano punir estrangeiros. Essas punições são severas e costumam ser aplicadas contra quem é acusado de cometer violações graves de direitos humanos ou se envolver em corrupção pesada.
As sanções incluem congelamento de bens nos EUA e restrições de visto. Na prática, é um "castigo" que mexe direto no bolso e na vida internacional da pessoa.
Alexandre de Moraes havia sido incluído nesta lista em julho de 2022, durante o governo do ex-presidente americano Donald Trump. O motivo da inclusão, na época, foram as decisões do ministro relacionadas ao julgamento de Jair Bolsonaro, que era acusado de tentar um golpe de Estado após as eleições presidenciais.
Portanto, ter Moraes na lista era visto como uma "vitória" política e um sinal de apoio de Trump ao lado bolsonarista no Brasil.
A Fúria do Filho do Ex-Presidente
A nota de Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo bateu forte na decisão dos EUA. Eles agradeceram publicamente ao ex-presidente Donald Trump pelo apoio que, segundo o comunicado, teria sido dado ao Brasil em meio ao que chamam de "grave crise de liberdades".
O tom de crítica foi direcionado principalmente ao Brasil. A dupla afirmou que a retirada das sanções está ligada à falta de união da nossa sociedade.
Eles argumentam que a ausência de um consenso forte no meio político impediu o enfrentamento dos problemas sérios do país, o que teria facilitado o agravamento do cenário atual.
“Lamentamos que a sociedade brasileira não tenha conseguido construir a unidade política necessária para enfrentar seus próprios problemas estruturais”, dizia um dos trechos mais compartilhados da nota.
Essa declaração reforça o discurso de que as brigas internas e a polarização ideológica teriam enfraquecido as ações que os aliados de Bolsonaro consideravam importantes.
O Fim da Tensão Diplomática
Apesar do chororô e da frustração de Eduardo Bolsonaro, a retirada do nome de Moraes e de sua esposa da lista Magnitsky é vista com alívio pelo governo brasileiro atual.
O Itamaraty (o Ministério das Relações Exteriores) acompanhava o caso de perto, pois havia um medo real de que o impasse diplomático pudesse afetar de forma mais ampla as relações entre o Brasil e os EUA. Com a retirada, o governo considera que esse período de tensão acabou.
No entanto, a manifestação de Eduardo Bolsonaro deixa claro que o discurso de ataque ao STF e às instituições brasileiras continua forte.
A nota conjunta termina com uma frase dramática, que também viralizou nas redes sociais: “Que Deus abençoe a América, e que tenha misericórdia do povo brasileiro.”
A declaração final reforça o tom de drama e polarização, garantindo que o debate político sobre este tema, longe de terminar, vai continuar quente nas redes e na vida pública nacional.
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Eduardo Bolsonaro se revoltou com a decisão dos EUA de retirar Alexandre de Moraes e sua esposa da Lei Magnitsky. O deputado manifestou "pesar" pela perda da sanção e criticou a "falta de união" do Brasil, que, segundo ele, enfraqueceu o combate à "crise de liberdades".