Êta Mundo Melhor: Ernesto descobre que o testamento de Paixão é falso e tem surto destrutivo
Em Êta Mundo Melhor, Ernesto descobre que foi enganado e que o testamento de Paixão era falso.
A queda do vilão começa
Nos próximos capítulos de Êta Mundo Melhor, o público verá a queda definitiva de Ernesto, que acreditava ter conquistado toda a fortuna de seu padrinho, Paixão.
Após comemorar a herança e se gabar de sua vitória, o vilão descobre que o testamento que o favorecia era falso — e sua reação será uma das cenas mais intensas de toda a trama.

Convencido de que seria o novo dono da fazenda e das ações da família, Ernesto (vivido com maestria por Flávio Tolezani) verá seu império desabar diante de seus olhos.
A revelação, feita por um advogado, desencadeia um surto de raiva e desespero que chocará os personagens e o público.
O início da desilusão
A sequência começa no luxuoso escritório de Ernesto, recém-decorado após a morte de Paixão.
Enquanto comemora sozinho, o vilão brinda à nova vida que acredita ter conquistado.
“Agora sim... tudo que era dele é meu”, diz, com um sorriso de vitória.
Mas a comemoração dura pouco. Um advogado chega para revisar os documentos e dá a notícia que muda tudo: o testamento não tem validade legal.
O documento não foi autenticado, e a assinatura de Paixão não confere com os registros oficiais.
Atônito, Ernesto reage com incredulidade:
“Você tá dizendo que aquele velho me enganou?!”, grita, furioso.

O advogado tenta acalmá-lo, mas a verdade é irrefutável: Paixão registrou um segundo testamento verdadeiro, e este foi deixado sob os cuidados do médico Lauro — o homem de maior confiança do falecido.
Fúria e humilhação
A notícia atinge Ernesto como um golpe.
Ele começa a quebrar tudo no escritório, tomado por um misto de ódio e frustração.
Papéis, copos e garrafas voam pelo ar enquanto ele grita, inconformado:
“Nada?! Você acha que eu vou aceitar isso?! Eu vou processar todo mundo!”
Celso, seu cúmplice, tenta contê-lo, mas o vilão já perdeu completamente o controle.
“Ele me enganou até depois de morto!”, brada Ernesto, antes de arremessar o retrato de Paixão contra a parede.
A cena marca o início da loucura do personagem, que passa a agir movido apenas pela vingança.
Confronto com Lauro
No dia seguinte, ainda com a mão ferida após o surto, Ernesto procura Lauro no hospital.
O médico, sereno, o enfrenta sem medo.
“Se veio atrás da herança, sinto lhe informar: Paixão deixou tudo para obras de caridade”, revela Lauro.
Fora de si, o vilão grita que foi traído e acusa o médico de conspirar contra ele.
Lauro o rebate com firmeza:
“Paixão só quis se proteger da sua ambição. Ele sabia quem você era.”
Enfurecido, Ernesto tenta agredi-lo, mas é contido por enfermeiros.
A cena expõe o ponto mais baixo do personagem, que agora se vê sozinho, humilhado e sem poder algum.
A ruína de Ernesto
De volta à mansão, o vilão afunda de vez.
Embriagado e transtornado, ele destrói os móveis e fala sozinho, refletindo sobre o fracasso:
“Todos riram de mim! Acham que eu sou um idiota! Eu devia ter nascido rico!”
O reflexo no espelho mostra o que restou de Ernesto — um homem derrotado pela própria ganância.
Celso tenta ajudá-lo, mas ele o repele:
“Já destruíram tudo por mim. Agora é minha vez de destruir o mundo!”
O público assiste, entre indignação e catarse, ao colapso psicológico do vilão.
Justiça poética em Êta Mundo Melhor
Com essa virada, a novela entra em uma nova fase.
Ernesto, que passou a trama manipulando, enganando e humilhando quem o cercava, finalmente paga por seus pecados.
A descoberta do testamento falso é mais do que uma punição — é o símbolo da queda moral de um homem movido apenas pela cobiça.
“Quando a mentira é o alicerce, até o castelo mais alto desaba.”
A partir desse ponto, Êta Mundo Melhor transforma a ruína de Ernesto em uma poderosa mensagem sobre ética, arrependimento e o preço da ambição desmedida.