Êta Mundo Melhor: Estela se aproxima de Túlio e confessa medo de nunca recuperar a memória
Estela e Túlio se aproximam em Êta Mundo Melhor! e vivem um amor delicado entre lembranças perdidas, medo e esperança de um novo começo.

Em Êta Mundo Melhor!, a relação entre Estela e Túlio ganha novos contornos, marcada por ternura, medo e o nascimento de um sentimento que nenhum dos dois consegue mais esconder.
Desde o dia em que foi resgatada à beira da lagoa, Estela vive entre sonhos confusos e lembranças apagadas, mas encontra em Túlio o abrigo que faltava em meio ao vazio da memória.
A cumplicidade que nasce no silêncio do campo
Os dias passam tranquilos na fazenda, mas dentro de Estela há um turbilhão de emoções.
Enquanto o campo desperta ao som dos pássaros, ela observa Túlio de longe — simples, bondoso e sereno, cuidando dos animais e conversando com os empregados com um carinho que a encanta.
O que começou como gratidão logo se transforma em algo mais profundo.
Túlio também sente a mudança: desde que a encontrou ferida e desorientada, ele nunca mais foi o mesmo. A presença dela iluminou sua rotina, despertando sentimentos que ele já não esperava sentir.

Mas entre eles ainda existe um obstáculo: o passado esquecido de Estela.
As lembranças que não voltam
Durante uma tarde no pomar, um lampejo repentino traz à mente de Estela uma risada, o choro de uma menina e o nome “Anabela”.
Assustada, ela conta a Túlio o que sentiu. Ele tenta acalmá-la:
— “Não força, Estela. As lembranças vão voltá no tempo certo.”
Mas o medo fala mais alto.
— “E se não voltarem nunca?”, pergunta ela, com os olhos marejados.
Túlio, com ternura, responde:
— “O que é verdadeiro nunca se perde. O que é seu vai voltá, mesmo que demore.”
A cena marca o público pela delicadeza e pela ligação crescente entre os dois.

A confissão de Estela
Mais tarde, sentados no alpendre diante do pôr do sol, Estela desabafa:
— “Às vezes acho que é melhor não lembrar. E se eu descobrir que minha vida era triste ou que fiz mal a alguém?”
Túlio sorri de leve e rebate:
— “E se for o contrário? E se ocê lembrar de gente que lhe ama e tá esperando ocê voltá?”
Ela hesita, mas confessa o que sente:
— “E se ninguém estiver me esperando?”
Ele segura suas mãos e diz, com sinceridade:
— “Mesmo que não tenha ninguém, ocê tem a mim. E isso já basta por agora.”
A fala emociona os telespectadores e reforça o laço de carinho e cumplicidade que se forma entre eles.