Xororó diz que foi alvo de tiros durante apresentação e revela quem foi o responsável pelos disparos
Cantor narrou o episódio no Que História É Essa, Porchat? e disse que o disparo o atingiu em cena.
A trajetória de Chitãozinho e Xororó é recheada de momentos icônicos, mas um episódio narrado pelo próprio Xororó no programa Que História É Essa, Porchat?, exibido em 11 de novembro de 2025, chocou o público por sua seriedade: o cantor foi atingido por um tiro de festim durante uma apresentação no início da carreira e carrega uma cicatriz como prova desse susto.
O Risco por Trás da Arte Itinerante
A edição do programa foi dedicada às cinco décadas de carreira da família, reunindo Xororó, Chitãozinho, Sandy e Noely. Foi em meio à recordação das apresentações em circos e em estruturas itinerantes que Xororó trouxe à tona a lembrança assustadora.
Naquele período, era comum que a dupla se apresentasse em shows que incluíam esquetes encenadas, com a participação de figurantes locais, frequentemente moradores convidados da plateia em troca de ingressos. Era justamente um desses voluntários que estava em cena no momento do acidente.
O Disparo e a Marca na Panturrilha
Xororó detalhou a cena de risco, explicando que a arma cenográfica, que deveria disparar apenas pólvora de festim (sem projéteis, mas que libera gases quentes e resíduos), foi acionada em sua direção.
"O cara deu o primeiro tiro, pegou nas minhas costas. Eu virei, e pegou o outro aqui. Vou te mostrar,” narrou o cantor.
O primeiro jato de festim o atingiu nas costas. Ao se virar, o segundo disparo acertou sua perna, mais especificamente a panturrilha. A uma curta distância, o festim pode causar queimaduras e lesões superficiais, o que resultou na cicatriz que Xororó fez questão de exibir ao público do programa, um testemunho físico dos perigos de se apresentar em palcos improvisados no início da carreira.
A lembrança ilustra a dificuldade e o contexto das primeiras turnês de Chitãozinho e Xororó, quando a interação improvisada com o público era parte do roteiro, mas trazia consigo riscos inesperados. Felizmente, o incidente ficou apenas como uma marca na pele e uma história de juventude, mas é um alerta sobre a fragilidade da segurança nos palcos e o preço que os artistas podem pagar pela arte itinerante.